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Dr. Thiago Midlej

Sou médico plantonista da Unidade Clínica de Emergência InCor, Cardiologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz e realizo Atendimento particular no Consultório Especializado em Cardiologia Dr. Thiago Midlej.

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Hipertensão e Diabetes

Weimar cita as campanha criadas pelo DHA, em parceria com a SBC, para a conscientização da população em relação ao controle da hipertensão arterial, como a campanha Sou 12 por 8 (nos moldes da campanha contra o câncer de mama) criada em 2009, que conta com o apoio de várias personalidades, uma iniciativa necessária para tentar diminuir o déficit de atendimento à população de locais com menos infraestrutura.

O presidente da DHA enfatiza que o problema não é a falta de profissionais especializados: “Em contextos gerais, a grande maioria dos hipertensos é muito bem tratada por bons cardiologistas, porque faz parte do escopo de formação deste profissional. Alguns casos mais graves de hipertensão, mais difíceis de serem tratados, necessitam às vezes de um profissional cardiologista que chamamos de “hipertensólogo”, com essa formação mais direcionada para a hipertensão arterial. Mas eu diria que mais de 90% dos casos de hipertensão estariam muito bem tratadas nas mãos de um cardiologista”, afirma Weimar Kunz.

“O acesso da população ao tratamento, ao profissional médico e aos exames ainda é muito limitado. Então invariavelmente, para melhorar o controle da hipertensão no país, é necessário um investimento maior do governo”.

Novos horizontes para médicos e pacientes

Com a intenção de melhorar o controle da doença no país e planejar campanhas para a conscientização da população, o presidente da DHA anuncia uma iniciativa importante do departamento: “Estima-se que 20% dos hipertensos no Brasil sejam controlados. No segundo semestre deste ano, o departamento de hipertensão, junto com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, começa a realizar o primeiro registro nacional de hipertensão arterial. Então nós vamos ter pela primeira vez, numa iniciativa da sociedade e do departamento, dados reais nacionais do controle da hipertensão”, revela.

Weimar espera estatísticas positivas da nova pesquisa: “Do ponto de vista de medicamentos, hoje o arsenal terapêutico do tratamento da hipertensão melhorou demais. Então já não há mais a justificativa que existia há alguns anos atrás de que o controle era ruim porque não existiam grandes opções terapêuticas. Então a perspectiva é de que haja uma melhora do controle, já que temos boas medicações disponíveis, e algumas em pesquisas, que devem melhorar ainda mais essa perspectiva de tratamento” avalia Weimar.

O aumento no número de pacientes hipertensos, apesar de piorar os índices de controle da saúde da população, abre um novo leque de oportunidades para os médicos. Isa Bragança, que possui uma clínica cardiológica no Rio de Janeiro especializada em Medicina do Esporte e Reabilitação Cardíaca, dá exemplos de áreas relacionadas à hipertensão nos quais os médicos podem atuar: “Qualquer hospital precisa de um médico, plantonista. Eu estou sempre precisando de médicos, então tem mais facilidade de emprego do que outras áreas. A Medicina do Esporte vem crescendo, a Reabilitação Cardíaca também. Hoje está mais do que comprovado que ela faz parte do tratamento do paciente cardíaco, do paciente hipertenso, assim como o exercício, que pode curar a hipertensão, diabetes, obesidade etc. Então esse foco na Medicina do Esporte está realmente sendo muito procurado e muito aceito no meio da Medicina” observa Isa.

Aos 33 anos, Thiago Midlej Brito, cardiologista formado há sete anos pela faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia (UFBA), conta como surgiu seu interesse pela área de Hipertensão: “Após os seis anos da faculdade de Medicina, fiquei trabalhando no programa Saúde da Família no interior da Bahia, quando então fui aprovado no concurso de residência para Clínica Médica. Após dois anos de estudos, resolvi fazer especialização em Cardiologia. Vim para São Paulo estudar no Incor e, durante os dois anos da especialização, a subárea de Hipertensão foi a que mais me despertou interesse, justamente por ser a doença de maior prevalência, a principal causa de mortalidade mundial e um dos pilares essenciais de atuação para melhoria da saúde pública”, conta Thiago.  

Thiago se mostra otimista em relação ao futuro e acredita na participação dos jovens médicos como parte fundamental para uma mudança positiva das estatísticas: “ Sem dúvida a participação dos jovens é fundamental. É o alicerce para o desenvolvimento de ações de combate à hipertensão e, consequentemente, a chave-mestra para transformarmos a saúde pública do país. As ligas de combate à hipertensão são formadas, em sua maioria, por universitários, e a atividade dessas ligas em suas comunidades já está mudando a realidade, através de campanhas, orientações e atendimento da população”, afirmou.

“A participação dos jovens é fundamental. É o alicerce para o desenvolvimento de ações de combate à hipertensão e, consequentemente, a chave-mestra para transformarmos a saúde pública do país”.

Dr. Thiago Midlej

Fonte:  https://ache.com.br/imprensa/noticias/

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